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O DESAFIO DA GESTÃO INTEGRAL DE PESSOAS E NEGÓCIOS

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Significado dos Quadrantes

I.O que está dentro de nós, o que está dentro de cada um dos membros da empresa (visão de mundo, estratégias de pensamento, compreensão emocional e espiritual da vida);

II.Os comportamentos que expressam quem somos. Quem cada um de nós é pessoal e profissionalmente (a parte que é percebida diretamente, o comportamento);

III.A cultura, os valores, as crenças que direcionam todos dentro da empresa e também no mercado de atuação;

IV.As regras, os sistemas, as práticas seguidas pela empresa e pelo mercado.

Como usá-los no mundo corporativo

Muito se fala em trabalhar as pessoas, muito se fala em desenvolver os negócios, mas pouco se fala e se faz sobre a integração dessas duas coisas e os benefícios que isso traz para a empresa, para cada membro da mesma, para o mercado (que cresce cada vez mais) e também para o mundo que passa a ser impulsionado por valores cada vez mais profundos e por uma ética e um respeito que considera o desenvolvimento de todo o sistema, o verdadeiro desenvolvimento integral.O trabalho de desenvolvimento do negócio, ou se pudermos chamar dessa forma, a parte técnica da coisa já vem sendo feita com muita desenvoltura por excelentes profissionais que estão no mercado. A questão é que isso resolve o IV quadrante do nosso modelo. E os outros três?

Alguns podem dizer que já são feitos excelentes treinamentos de liderança, negociação, gerenciamento de conflitos e motivação nas empresas para desenvolver o comportamento das pessoas. E têm razão nas suas afirmações quanto a isso!

A questão principal é, eles geram resultados eficazes? (considere resultado eficaz algo que faça a empresa mudar de patamar, de nível e se manter lá)

Muitos até geram bons resultados, mas estes, em sua maioria, não são duradouros. E o que faz isso acontecer?

É a falta dos outros dois quadrantes (I e III). O segredo para o verdadeiro sucesso das empresas, das pessoas e do mundo como um todo está no trabalho que deve ser feito nos quadrantes I e III antes de chegarmos no II e no IV. Estes dois últimos trabalham o que é visto, ou seja, as deficiências de comportamento e do negócio mais aparentes. Trabalhar somente estes dois é contar com a sorte, é ter certeza de um sucesso a curto prazo, mas ter um médio e longo prazo nebulosos, pois os alicerces podem ter sido construídos em bases duvidosas. Isso acontece porque o que fazemos, normalmente, é trabalharmos o comportamento e o negócio dando subsídios para desenvolverem novas capacidades que são observadas como importantes.

Mas quantas vezes isso acontece e não se tem resultado? Quantas vezes os gestores ficam se perguntando o porquê disso ter acontecido? A questão é que uma deficiência em um comportamento ou em uma parte do negócio pode não ser por problema de capacidade, mas sim de crenças, de valores e até de identidade das pessoas e da empresa. Por isso os alicerces podem ser duvidosos no nosso modelo atual.

E se, ao invés de irmos direto nos quadrantes II e IV, investigarmos e trabalharmos antes os quadrantes I e III?

O sucesso, em todos os níveis, passa a ser uma conseqüência, pois garantimos que as verdadeiras causas do que se vê foram identificadas e serão trabalhadas da melhor forma.

Essa é a gestão integral de pessoas e negócios, esse é o verdadeiro desafio que enfrentamos agora.

Que tipo de atitudes as pessoas envolvidas no negócio têm? O que às faz agir dessa forma? O que é realmente importante para as pessoas? E para a empresa? E para o mercado? E para o mundo?

Para realizar uma gestão integral é necessário responder essas e outras perguntas, é necessário identificar e encarar os medos mais profundos; é necessário reconstruir e muitas vezes até destruir para construir novamente, dessa vez em bases sólidas.

Esse é o desafio atual do mercado, esse é o desafio atual das pessoas, esse é o nosso desafio: fazer um negócio tornar-se integral, fazer as pessoas tornarem-se integrais.

E você, e sua empresa, como irão encarar esse desafio?